05 fevereiro 2015

Deu no Agreste Notícias: BOMBA - EM UM ANO MOTORISTA DE ÔNIBUS PODE TER RECEBIDO QUASE 4 MILHÕES DE REAIS DA PREFEITURA DE BREJO






 Uma verdadeira bomba deve estourar após o carnaval na cidade de Brejo da Madre de Deus. Segundo o que foi apurado até o momento pelo Blog Agreste Notícia, o escândalo envolvendo o governo do ex-prefeito Roberto Asfora (PSDB) e uma empresa de transportes pode abalar de vez, a imagem do “Amarelinho de Ouro”, que poderá inclusive enfrentar problemas na justiça e ter que explicar a movimentação de quase quatro milhões de reais com despensa de licitação com uma empresa supostamente ‘laranja’.
 O valor segundo as informações foi gasto em um ano, enquanto o tucano ficou a frente do poder público municipal de Brejo da Madre de Deus.
 O vereador Hilário Paulo (SD) já acendeu o pavio da bomba em participação por telefone no programa 104 News da Rádio São Domingos FM.
 “Estamos apurando um escândalo e vocês se preparem, pois se for verdade o que estão me repassando, onde um motorista de ônibus recebeu mais de três milhões de reais com dispensa de licitação. Se isso for verdade, será o maior escândalo da política dessa região... Não irei falar mais sobre o assunto agora, pois estamos terminando as apurações e não jogamos para a torcida, mas todas as providências estão sendo tomadas”, garantiu Hilário.
 O Blog Agreste Notícia ainda apurou que já existe um dossiê sobre o que pode ser chamado a “Farra dos Transportes” que devera ser apresentado aos órgãos competentes, como o Ministério Público e Polícia Federal. Existe também uma ação de Improbidade Administrativa contra o ex-prefeito, sendo essa impetrada pelo atual governo de Brejo da Madre de Deus.
 O prefeito Dr. Edson de Sousa (PTB) em uma entrevista concedida no dia 23 de Dezembro de 2014 falou que teria entrado na justiça denunciando o caso.
 “Nós entramos na Justiça denunciando o que ele fez, referente a uma empresa de transportes, falamos que ele (Roberto Asfora) não fez licitação de um processo de três milhões e oitocentos mil reais. Então o porquê de não fazer a licitação, nós já sabemos por que não foi feito, mas isso quem vai dizer é a justiça”, pontuou.

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