29 fevereiro 2016

PT ataca Dilma por ruína que ajudou a produzir

blog Magno Martins



Josias de Souza

Tornou-se muito fácil identificar um petista numa roda de políticos. Ele será sempre o que estiver falando mal de Dilma com maior estridência. Reunido no Rio de Janeiro, o diretório nacional do PT caprichou no oportunismo. Criticou duramente a ruína em que se encontra assentada a administração Dilma. E pregou a ressurreição da política econômica de Lula. Esqueceu dois detalhes: 1) foi Lula quem tirou a gênia da garrafa. É um pouco tarde para obrigá-la a entrar de novo; 2) o PT ajudou a produzir os escombros. O partido fez o pior o melhor que pôde.

O petismo tem saudades da era Lula porque foi no reinado dele que o PT tornou-se uma máquina coletora de dinheiro público. Foi uma fase em que o velho lema do ‘rouba mas faz’, piscando num letreiro invisível ao fundo, fornecia a imunidade preventiva para um sistema de conveniências em que o suposto proveito substituía a ética. Hoje, a roubalheira exposta pela Lava Jato fulminou a ética. E a estagflação fez sumir a falsa noção de proveito.

É nesse contexto que o PT traz à luz o seu Plano Nacional de Emergência, um programa econômico desconectado da realidade. Aprovado sob aplausos generalizados, o texto sugere que os juros sejam reduzidos na marra, propõe o escancaramento das arcas já falidas e prega o uso das reservas cambiais para financiar obras públicas.

Desde que abandonou a noção de responsabilidade fiscal, Dilma vem tocando as coisas na base do vai ou racha. O PT informa que, neste ano de eleições municipais, a coisa terá que ir mesmo rachada. Com o apoio de Lula, o partido critica o ajuste fiscal que não deixou Joaquim Levy executar. E ignora que Lula inaugurou o seu reinado, em 2003, produzindo superávits de caixa de dar inveja nos liberais tucanos. Coisas do passado.

Hoje, reduzido à condição de organização partidária com fins lucrativos, o Partido dos Trabalhadores, 100% financiado pelo déficit público, virou a principal evidência de que o poder longevo pode levar qualquer agremiação a atingir a perfeição da ineficiência impudente. Com os ideais dissolvidos em corrupção, o PT dedica-se a desfazer o que ele mesmo fez. É um caso raro de autodissolução.

Parlamentares aprovam lei que protege pastores de obrigação de celebrarem casamentos gays


Gnotícias

Parlamentares aprovam lei que protege pastores de obrigação de celebrarem casamentos gays
Este Homem Criou Um Método para Você Parar de Esquecer
Legisladores na Câmara dos Representantes da Geórgia aprovaram uma lei que protege pastores de qualquer punição ao se recusarem a celebrar uniões entre pessoas do mesmo sexo.

O projeto, de autoria do político republicano Kevin Tanner, foi aprovado durante uma votação na última semana, de forma unânime, unindo duas linhas rivais de pensamento político. Democratas estavam de acordo com a proposta, e o projeto recebeu 161 votos a favor, e nenhum contra.

Segundo informações do Acontecer Cristiano, a “Lei de Proteção de Pastor” estipula que “o ministro do Evangelho, o clero, ordenado ou praticantes religiosos que são autorizados a realizar casamentos, não serão obrigados a realizar cerimônias ou administrar sacramentos que sejam contra as suas crenças e o livre exercício da religião sob a Constituição deste estado ou dos Estados Unidos”.

Tanner disse que esta lei é uma reafirmação do princípio fundamental da separação entre a Igreja e o Estado: “Ela deixa claro os aspectos que, na Geórgia se homenageia os juramentos sagrados feitos pelos nossos pastores, padres, rabinos e outros clérigos, e o governo não tem intenção de pedir quebrar seus juramentos”, disse.

A lei também protege os templos de igrejas, sinagogas e outros locais das organizações de culto e proíbe o governo de obrigar que se faça um evento que viole a doutrina religiosa.

Representantes da comunidade LGBT criticaram a lei, afirmando que trata-se de uma “licença para discriminar”. No entanto, as críticas não foram suficientes para fazer o projeto ser recusado pelos legisladores.

Enquanto isso, o pastor Daniel Ausbun, da Primeira Igreja Batista em Moreland, comentou a aprovação em uma entrevista a um jornal local: “A liberdade religiosa é a liberdade de crer e praticar a fé sem interferências do governo”, resumiu.

NASA impede que funcionários falem o nome de Jesus e pode ser processada por censura

O Liberty Institude, uma entidade dedicada à preservação da liberdade religiosa, considera processar a agência espacial norte-americana, NASA (National Aeronautics and Space Administration), por censurar seus funcionários, proibindo-os de mencionar o nome de Jesus nos comunicados internos.

O atrito teria acontecido no Centro Espacial Lyndon B. Johnson, localizado em Houston, no estado do Texas (EUA), após uma norma da diretoria da instalação impor aos funcionários a restrição a Jesus.

Jeremy Dys, conselheiro sênior do Liberty Institute, afirmou ao Christian Post que está empenhado em reverter a situação, pois considera ilegal e contrária ao histórico da agência espacial: “A NASA tem um longo histórico de respeito ao discurso religioso dos seus funcionários, incluindo a defesa, em tribunal, dos astronautas que leram o relato bíblico da criação, sobre a órbita da Lua. Essa tradição deve continuar aqui”, afirmou Dys, aludindo ao caso “O’Hair vs. Payne”, de 1969, quando a ativista Madalyn Murray O’Hair processou a NASA por permitir que os astronautas da Apollo 8 de lessem Gênesis 1, e foi derrotada.

“Estamos decididos a nos envolvermos, porque estamos empenhados em defender o seu direito à livre expressão religiosa, inerente a todos os americanos, incluindo os funcionários do governo”, pontuou o conselheiro.

Os especialistas do instituto se reuniram com advogados e enviaram uma carta à diretoria do Centro Espacial na última segunda-feira, 08 de fevereiro, pedindo um posicionamento sobre a censura, mas não obtiveram resposta.

No documento, os signatários dizem que “a censura por parte da NASA sobre o ponto de vista religioso do clube de seus funcionários é uma violação da lei federal e da Primeira Emenda”, e mencionam a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa, frisando “não há interesse governamental convincente que permitiria que a NASA substancialmente limitasse o livre exercício da religião do Clube de Louvor e Adoração de funcionários e seus membros individuais”
Fonte: Gnotícias