03 setembro 2015

Pesadelo? Funcionário da Apple mostra como era trabalhar com Steve Jobs

Nick Bilton compartilhou uma história interessante no The New York Times. Nela, ele explica como foi um encontro com o falecido CEO da Apple, Steve Jobs, durante um almoço no Hotel Four Seasons, em São Francisco, nos EUA. No relato, ele deixa claro que o homem visto como visionário por muitos poderia ser um completo “babaca” às vezes, ainda que no fundo estivesse certo.
Bilton estava com um amigo e Steve Jobs sentados em uma mesa no restaurante. Jobs pediu um copo de suco de laranja fresco como bebida. Após tomar um pequeno gole, ele chamou a garçonete, explicou que o suco não estava fresco e pediu outro logo em seguida. Algum tempo depois, a garçonete voltou com outro copo. Como da última vez, após experimentar um gole, Steve Jobs disse agressivamente para ela realizar a troca novamente, pois a bebida estava com muito bagaço.
Em certo momento, o amigo de Bilton perguntou para Jobs a razão de ele estar sendo tão “babaca”. A resposta que o ex-CEO deu foi esta: “Se ela escolheu ser garçonete como vocação, então ela precisa ser a melhor”.

Sim, a atitude de Steve Jobs foi extremamente rude. A mulher não recebia qualquer pagamento salarial da Apple e provavelmente estava fazendo bem o seu trabalho — afinal, não é ela que esmaga as laranjas. Ainda, vocação e necessidade são coisas completamente diferentes. Contudo, a ideia de sempre buscar o melhor dentro do seu trabalho é interessante.
Por outro lado, agora você consegue imaginar a pressão que Steve Jobs colocava em seus próprios funcionários?
 
Fonte: NYT

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Malafaia: “Porque Janot denuncia Cunha e esquece Dilma, citada 11 vezes na Lava-Jato?”




Nos últimos dias, o pastor Silas Malafaia tem sido criticado por dizer que nunca apoiou Eduardo Cunha (PMDB-RJ) em suas candidaturas a deputado, mas o apoiou para a presidência da Câmara dos Deputados.
Malafaia voltou ao tema em seu perfil no Twitter e reiterou sua posição, frisando que seu apoio foi dado ao colega de ministério Sóstenes Cavalcante (PSD-RJ): “Vou repetir o que falo há 4 dias: nunca apoiei Cunha para deputado. O deputado que apoio no RJ é Sóstenes. Porque só ele [Eduardo Cunha] foi denunciado? Essa é a questão”, escreveu o pastor.
Mais adiante, Silas Malafaia destaca que durante as investigações da Operação Lava-Jato, outros políticos com mandato foram denunciados antes de Eduardo Cunha, mas o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, teria excluído tais nomes de suas primeiras listas de denunciados encaminhadas ao Supremo Tribunal Federal (STF).
Se Cunha deve, que pague. Porque o procurador não denunciou membros do governo e senadores que apoiam o governo que foram citados? INTERESSANTE! Até poucos dias, para o PT, Renan [Calheiros, PMDB-AL, presidente do Senado] era o diabo. Virou amigo do governo, passou a ser Ave Maria. Cunha, que é inimigo do governo, é o capeta. Cunha e Sóstenes, o deputado que apoio no RJ, disputam os votos do mesmo eleitorado. Era para eu desejar que Cunha se ferrasse. Só para vocês saberem”, pontuou Malafaia.