11 junho 2022

Pesquisa governo de PE: Marília tem 24%, e Raquel, 18%. Coelho e Ferreira aparecem com 12% cada

Marília, Raquel, Anderson e Miguel

Pesquisa Exame/Ideia 


A disputa pelo governo de Pernambuco traz, pela primeira vez, duas mulheres liderando as intenções de voto em um primeiro turno. Segundo a pesquisa eleitoral EXAME/IDEIA divulgada nesta quinta-feira, 9, Marília Arraes (Solidariedade) tem 24%, e Raquel Lyra (PSDB) aparece com 18%, em uma pesquisa estimulada, com os nomes apresentados previamente. Considerando a margem de erro, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos, as duas estão empatadas no limite.

Logo depois de Marília e Raquel estão dois ex-prefeitos de cidades do interior pernambucano. Miguel Coelho (União Brasil), ex-prefeito de Petrolina, e Anderson Ferreira (PL), ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes, estão com 12% cada. Eles estão tecnicamente empatados com Raquel Lyra, dentro da margem de erro.

Para a pesquisa, foram ouvidas 1.000 pessoas do estado de Pernambuco entre os dias 3 e 8 de junho. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. O registro no Tribunal Superior Eleitoral tem o número PE-03117/2022. A EXAME/IDEIA é um projeto que une EXAME e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública.

Estimulada

Espontânea


Segundo turno: Marília tem vantagem

A pesquisa EXAME/IDEIA testou oito possíveis cenários de segundo turno. A deputada federal Marília Arraes venceria todos, incluindo contra Raquel Lyra (40% a 36%). A ex-prefeita de Caruaru venceria todos os confrontos, com exceção da disputa com Marília. O sucessor do atual governador, Danilo Cabral, ficaria em segundo lugar em todos os cenários testados.

Blog do Denizio Duarte


Esperança contra o câncer: teste com nova droga elimina tumor em 100% dos casos



Informações da Exame

 Um medicamento já aprovado pela Anvisa está causando uma surpresa grande na comunidade científica: 100% dos pacientes que foram tratados com ele foram curados de câncer de colo retal.  O teste que validou a surpreendente pesquisa partiu de um pequeno grupo de 12 pacientes com câncer retal. Neles, os pesquisadores aplicaram localmente um anticorpo monoclonal chamado dostarlimab, que levou ao desfecho animador, e que foi sustentado por mais de um ano

.  O estudo foi publicado no periódico New England Journal of Medicine no domingo, 5, e debatido por oncologistas durante o evento anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), que se encerrou na terça-feira, 7. Após o tratamento, exames como ressonância magnética, avaliação endoscópica, toque retal ou biópsia não apontaram evidências da presença de tumor.

Os pacientes tomaram o medicamento por meio intravenoso a cada três semanas por seis meses. “Durante o período médio de acompanhamento de 12 meses, nenhum paciente recebeu quimiorradioterapia e nenhum paciente foi submetido à ressecção cirúrgica”, diz trecho do estudo.

Em entrevista ao The New York Times, o oncologista Luiz Diaz Jr., um dos autores do trabalho, afirma que a taxa de sucesso da pesquisa norte-americana não é comum, e talvez seja a primeira vez que algo do gênero é registrado em toda a história de estudos contra o câncer.

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