13 maio 2016

Pernambucanos assumem hoje ministérios no governo Temer


 
Na corrida para fechar os titulares de seu governo, o presidente interino, Michel Temer, passou a quarta-feita (11), enquanto Senado discutia o afastamento temporário de Dilma Rousseff, articulando os nomes que vão compor seus ministérios.Dos três pernambucanos escolhidos por Temer, dois já confirmaram que vão assumir cargos no governo do peemedebista. 
Em entrevista à Rádio Jornal, na manhã desta quinta-feira (12), o responsável pelo voto que decretou a admissibilidade do impeachment de Dilma na Câmara, o deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), confirmou que deve ingressar no Ministério das Cidades por indicação do partido. Outro pernambucano, o deputado federal Raul Jungmann (PPS-PE) também confirmou que assumirá um ministério de Temer. Ele será o ministro da Defesa.Quem ainda não confirma a decisão é o líder da oposição no Congresso, deputado Mendonça Filho (DEM-PE), cotado para assumir o Ministério das Comunicações. A assessoria de Mendonça diz que o parlamentar só deve se pronunciar após ser oficializada a ocupação da pasta.
NO AGUARDO
Ao invés de três, podem ser quatro os políticos pernambucanos que assumirão ministérios no novo governo. Entretanto, a demora do PSB em confirmar sua participação no eventual governo de Michel Temer possibilitou que outras legendas fizessem pressão para ficar com o Ministério da Integração Nacional.
A avaliação é de uma liderança do PSB diante da possibilidade de a pasta não ser mais entregue ao líder do partido na Câmara, Fernando Coelho Filho (PE). Somente na segunda-feira, a legenda decidiu que não indicaria ninguém para integrar o novo governo, mas não se oporia a um convite.

Petrobras tem prejuízo de R$ 1,246 bilhão no 1º trimestre


Fonte: G1

A Petrobras teve prejuízo líquido de R$ 1,246 bilhão no 1º trimestre de 2016, informou a estatal nesta quinta-feira (12). Este é o terceiro trimestre seguido de perdas no balanço da estatal. Nos 3 primeiros meses do ano passado, a empresa registrou lucro líquido de R$ 5,33 bilhões.
Segundo a estatal, as perdas foram resultado, de R$ 9,579 bilhões em gastos com juros cambiais; redução e 7% na produção de petróleo e gás natural; queda de 8% na venda de derivados dentro do país; aumento de custos com depreciação e maiores gastos com ociosidade de equipamentos – principalmente sondas.

Apesar de negativo, o resultado representa uma melhora em comparação aos três meses anteriores, quando a Petrobras teve perdas recordes de R$ 36,9 bilhões. Frente aos primeiros três meses do ano passado, no entanto, houve piora: de janeiro a março daquele ano, a estatal teve lucro líquido de R$ 5,33 bilhão.
As vendas do mercado doméstico também caíram: a redução foi de 8%, para 2,056 milhão de barris diários. As exportações, por sua vez, tiveram aumento de 14%.
Já o endividamento líquido da Petrobras fechou o trimestre em R$ 369,4 bilhões. No final de dezembro do ano passado, estava em R$ 391,9 bilhões. O endividamento bruto, por sua vez, caiu 9% em reais (R$ 42,834 bilhões), de R$ 492,849 bilhões em 31 de dezembro de 2015 para R$ 450,015 bilhões.

Troca de comando
Questionados pelos jornalistas em coletiva de imprensa após a divulgação dos resultados, os diretores da companhia não quiseram comentar possíveis trocas no comando da Petrobras após o afastamento da presidente Dilma Rousseff e a posse de Michel Temer como presidente interino.