Do BR247

"Basta ver na nossa história penal quantos fugiram. Em especial aqueles que têm dupla nacionalidade. Para que isso não ocorra, é necessário uma Justiça ágil. Estamos falando de gente que tem suporte financeiro", disse a procuradora Karen Kahn, do Ministério Público Federal em São Paulo, sobre eventual pedido de prisão no inquérito sobre manipulação no mercado de ações; Eike Batista é filho de alemã; "São pessoas de elevado nível cultural, econômico, com articulação em níveis nacional e internacional, vários níveis de governo e elevado grau de persuasão. Você tem diversos elementos que demonstram periculosidade dos agentes envolvidos, até maior do que em outros crimes com violência", justifica Karen
"Basta ver na nossa história penal quantos fugiram. Em especial aqueles que têm dupla nacionalidade. Para que isso não ocorra, é necessário uma Justiça ágil. Estamos falando de gente que tem suporte financeiro", afirmou.247 – A procuradora Karen Kahn, do Ministério Público Federal em São Paulo, acredita que os denunciados do caso Eike Batista podem fugir do país. Além do empresário, fazem parte do inquérito por formação de quadrilha, falsidade ideológica, indução de investidores a erro e manipulação seis ex-diretores e um diretor da ex-OGX (hoje OGpar).
Eike é filho de alemã e circulam rumores de que ele pode ter sua prisão preventiva decretada. "Não existe medida neste sentido, mas sempre estudamos todas as possibilidades", disse a procuradora.
Ela aponta a gravidade do caso para justiçar eventual pedido: "Mas a gente acha muito grave. São pessoas de elevado nível cultural, econômico, com articulação em níveis nacional e internacional, vários níveis de governo e elevado grau de persuasão. Você tem diversos elementos que demonstram periculosidade dos agentes envolvidos, até maior do que em outros crimes com violência". As penas previstas no processo podem chegar a 14 anos.
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