Na última sexta feira a Câmara Municipal da cidade de Niterói (RJ),
homenageou o pastor Silas Malafaia com o título de cidadão niteroiense.
Porém, a cerimônia de entrega do título se terminou em confusão e
confronto devido a uma manifestação feita por ativistas gays.
Com cartazes e palavras de ordem, manifestantes invadiram o plenário
da Câmara e subiram na mesa da presidência para atrapalhar a entrega do
título de cidadão niteroiense a um representante do religioso, que não
compareceu à cerimônia por motivos de saúde. Malafaia foi representado
por um de seus assessores, o candidato a deputado federal Sóstenes
Cavalcante.
Formado por integrantes do movimento LGTB da cidade, o grupo de
manifestantes tentava impedir a entrega do título ao representante de
Malafaia acusando o religioso de incitar a homofobia.
Por causa da confusão, policiais do 12º BPM (Niterói) foram chamados
para garantir a realização da sessão, que aconteceu na Presidência da
Câmara.
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http://oglobo.globo.com/rio/bairros/homenagem-malafaia-na-camara-de-vereadores-de-niteroi-termina-em-confusao-beijo-gay-13986972#ixzz3Dz0bFe96
Pelas redes sociais, o pastor Silas Malafaia comentou a manifestação,
classificando-a como um ato de “intolerância do ativismo gay” contra
ele. Classificando a atitude dos ativistas gays como “safadeza” Malafaia
afirmou ainda que os evangélicos nunca impediram nenhuma homenagem a
qualquer gay, da forma que tentam fazer contra ele.
- Gostei muito da intolerância do ativismo gay contra mim. É uma pena
que eu não estava lá! – escreveu o pastor no Twitter, ao comentar sobre
o ocorrido, dizendo ainda que “a prova da estupidez daqueles que não
aceitam o debate de ideias”.
- Os intolerantes que não respeitam ninguém, querem respeito. Estou
falando do ativismo gay. (…) Por favor, peço ao ativismo gay que
continuem assim, só acima sociedade fica sabendo quem são os verdadeiros
intolerantes – ressaltou Malafaia.
- Imagine se um grupo de evangélicos impedisse uma homenagem a um
gay. Toda a imprensa estaria dizendo que é homofobia, quando eles fazem,
pode. – questionou o pastor, que finalizou afirmando que “para o
ativismo gay, toda opinião contraria as suas práticas é homofobia”.
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