BR247
A mudança no cenário das eleições pernambucanas,
com Paulo Câmara (PSB) revertendo a vantagem que era do senador Armando
Monteiro Neto e colocando seis pontos à sua frente, o primeiro debate
televisivo entre os postulantes ao Governo do Estado foi marcado por
provocações entre os adversários; enquanto Câmara prometeu um governo de
continuidade da gestão do ex-governador Eduardo Campos (PSB), Armando
elencou uma série de críticas à administração estadual, além de citar a
"inexperiência política do socialista"; já o candidato do PSOL, José
Gomes Neto, não aceitou cair em "dobradinha" com nenhum dos adversários e
cobrou ações em prol da população e, também, uma maior participação
popular nas decisões
Pernambuco 247 - A mudança no cenário das eleições
pernambucanas, com Paulo Câmara (PSB) revertendo a vantagem que era do
senador Armando Monteiro Neto e colocando seis pontos à sua frente, o
primeiro debate televisivo entre os postulantes ao Governo do Estado foi
marcado por provocações entre os adversários. Enquanto Câmara prometeu
um governo de continuidade da gestão do ex-governador Eduardo Campos
(PSB), Armando elencou uma série de críticas à administração estadual,
além de citar a "inexperiência política do socialista". Já o candidato
do PSOL, José Gomes Neto, não aceitou cair em "dobradinha" com nenhum
dos adversários e cobrou ações em prol da população e, também, uma maior
participação popular nas decisões.
Ao longo do debate, levado ao ar na noite desta terça-feira (16) pela
TV Jornal, Armando cobrou explicações de Paulo Câmara sobre a concessão
de benefícios fiscais à empresa na qual um dos sócios teria financiado a
compra do jato utilizado pela campanha presidencial do PSB, que caiu no
dia 13 de agosto em Santos (SP), matando Campos e outras seis pessoas.
Câmara também teria feito uso do avião em pelo menos uma oportunidade.
Como a pergunta havia sido direcionada ao candidato José Gomes,
Câmara pediu e obteve direito de resposta. Ele aproveitou o tempo para
acusar o petebista de "perder a razão" sempre que as pesquisas apontam
uma queda das intenções de voto em torno da sua candidatura. Câmara
também defendeu a memória de Campos e pediu respeito aos "que não estão
aqui para se defenderem".
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