Ex-deputado deve refazer pedido de progressão de pena, após comprovar que já começou a pagar a multa estabelecida no processo
Do NE10
Preocupação dos advogados é com a nova prisão decretada contra Corrêa, por conta de seu envolvimento também nos escândalos de corrupção da Petrobras
Em audiência realizada no início da tarde de hoje
(15/04), o Supremo Tribunal Federal (STF) acaba de negar o pedido de
progressão de pena solicitado pelo médico e ex-deputado federal Pedro
Corrêa, de 66 anos, preso desde janeiro de 2014 por seu envolvimento no
escândalo do Mensalão.
De acordo com Michel Saliba, advogado de Corrêa, o resultado da decisão já era esperado, diante do que ocorreu com os também ex-deputados João Paulo Cunha e Romeu Queiroz. “Todos os precedentes indicavam isso. O pedido foi negado, condicionando-se a progressão ao pagamento da multa de R$ 2,8 milhões estabelecida no processo”, explicou ele, acrescentando que o valor foi dividido e a primeira parcela, no valor de R$ 47 mil, foi quitada antecipadamente.
“Vamos pedir agora que a progressão aconteça, mas isso ainda terá que ser analisado pelo ministro do STF”, disse Saliba, salientando que a situação mais preocupante em relação a seu cliente, no momento, é a prisão preventiva decretada por seu envolvimento em novas denúncias de corrupção, desta vez ligadas à Petrobras, que estão sendo investigadas na Operação Lava Jato.
De acordo com Michel Saliba, advogado de Corrêa, o resultado da decisão já era esperado, diante do que ocorreu com os também ex-deputados João Paulo Cunha e Romeu Queiroz. “Todos os precedentes indicavam isso. O pedido foi negado, condicionando-se a progressão ao pagamento da multa de R$ 2,8 milhões estabelecida no processo”, explicou ele, acrescentando que o valor foi dividido e a primeira parcela, no valor de R$ 47 mil, foi quitada antecipadamente.
“Vamos pedir agora que a progressão aconteça, mas isso ainda terá que ser analisado pelo ministro do STF”, disse Saliba, salientando que a situação mais preocupante em relação a seu cliente, no momento, é a prisão preventiva decretada por seu envolvimento em novas denúncias de corrupção, desta vez ligadas à Petrobras, que estão sendo investigadas na Operação Lava Jato.
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