Durante assembleia da categoria realizada nesta sexta-feira (17),
os professores da rede estadual de ensino decidiram continuar a greve
deflagrada na última segunda-feira (dia 13).
Eles querem que o Governo do Estado estenda para todos os professores
o reajuste de 13,1% que foi dado recentemente àqueles que ganhavam
abaixo do piso.
O governo arguiu a ilegalidade da greve perante o Tribunal de Justiça e o desembargador Jovaldo Nunes atendeu ao seu pedido, fixando uma multa diária no valor de R$ 30 mil por eventual descumprimento de sua decisão.
Na assembleia desta sexta-feira, no entanto, os professores
resolveram recorrer da decisão e ignorar o despacho do desembargador.
O Governo do Estado afirma que a adesão das escolas à greve caiu de
14% quarta (16) para 13% no dia seguinte (17) e que vai cortar o ponto
dos professores que não comparecerem ao serviço.
Sobre retomada de diálogo com o Sintepe (O Sindicato da categoria), o
secretário Milton Coelho (Administração) afirma que isso só ocorrerá
quando eles voltarem ao trabalho.
Sobre reajuste, entretanto, afirma que só abrirá essa pauta quando
tiver acesso ao desempenho da receita no primeiro quadrimestre deste
ano.
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