
Em um Grande Expediente Especial realizado no dia 26 de fevereiro, um dia após a 2ª Assembleia Geral dos Policiais Civis, realizada na sede do Sinpol, a diretoria do sindicato esteve presente em uma discussão no plenário da Assembleia Legislativa do Estado (Alepe) sobre o Pacto Pela Vida e sobre a segurança pública no Estado.
O presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, subiu ao plenário, onde discursou para os deputados, imprensa e público presentes, deixando clara as atuais condições atravessadas pela Polícia Civil em todo o Estado e que, se as coisas não mudarem, a violência em Pernambuco só tende a piorar.
Áureo também destacou que o
programa Pacto Pela Vida não se converteu em um fracasso total, mas que o
que deu certo, é por mérito dos servidores que trabalham na segurança
pública. Para o dirigente sindical, mesmo com a determinação em exercer
seu trabalho de forma correta e com o profissionalismo, muitas vezes os
policiais acumulam funções e precisam até mesmo recorrer a improvisos,
aumentando ainda mais o risco de vida em suas atividades.
Os diretores mantiveram a mesma
postura enérgica, alertando que se nada for feito pelos policiais civis
de Pernambuco, a instituição, por mais boa vontade e satisfação que
tenha em servir à sociedade, não aguentará as péssimas condições de
trabalho e salariais e poderá entrar em colapso.
Além dos problemas já mencionados, a
desistência de servidores por conta da falta de valorização por parte
do Governo é cada vez mais frequente, causando uma redução de quadro que
acabará, porventura, inviabilizando o funcionamento da Polícia Civil.
Seguindo esta linha de raciocínio,
Áureo pediu aos legisladores que prestem atenção à categoria e cobrou
que a pauta de reivindicações seja atendida o mais rapidamente possível,
uma vez que a categoria encontra-se unida e poderá paralisar suas
atividades.
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