'Um dos mais abalados é Eduardo Leite, vice-presidente da Camargo Corrêa, que aguarda o julgamento do quarto habeas corpus, após três negativas para esperar o julgamento em liberdade ou em prisão domiciliar. O novo pedido será analisado pela ministra Laurita Vaz, do STJ. 'A prisão preventiva virou antecipação de condenação', diz Antonio Mariz de Oliveira, advogado de Leite. 'Parece uma forma de forçar a delação premiada. Uma tortura psicológica e moral.' |
15 janeiro 2015
Prisão dura: executivos abalados psicologicamente
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário