02 outubro 2014

Ser obrigado a votar no “menos pior” é o que merecemos?

Eleitor se vê forçado a escolher o candidato que menos lhe desagrade, pela falta de políticos comprometidos com a população e preocupados em melhorar o país

Ser obrigado a votar no menos pior o que merecemos
Ao se aproximar do dia 5 de outubro, onde os eleitores deverão (obrigatoriamente) se dirigir às urnas para apontar os futuros governantes do país, nos deparamos com imensas dúvidas e receios. Os cidadãos comprometidos sabem a responsabilidade que é escolher seus representantes nos poderes Executivo e Legislativo. Para tomar essa importante decisão, eleitores analisam propostas, pesquisam o histórico dos candidatos, observam o partido político no qual se inserem os concorrentes, seus feitos e realizações – tudo isso num plano objetivo -, além de subjetivamente calcular sua competência, seriedade, cumprimento da palavra dada e compromisso em trabalhar pelo bem coletivo.
Depois dessa minuciosa análise, poucos “pinos” estarão de pé. O restante terá sido atropelado pela “bola de boliche” intitulada consciência e bom senso. Aposto que, independentemente do estado brasileiro em você esteja, depois de rejeitar a grande maioria dos candidatos, ainda assim terá dúvida entre os poucos restantes. Provavelmente, atingindo pela incerteza e desconfiança, será forçado a optar pelo “menos pior”, como forma de impedir que os “pinos” já derrubados em sua análise consigam ser eleitos. Após votar sem a convicção de que escolheu um grande político para nos representar, como acreditar que mudanças substanciais serão feitas em prol da sociedade? Será que merecemos tão pouco a ponto de nos contentarmos a eleger aquele “menos ruim”?
Entre tantas formas de se descartar candidatos, cinco foram escolhidas por este autor para mostrar a lamentável situação em que se encontra o sistema político atual. A falta de opção, mesmo dentre tantos concorrentes, continua sendo um problema para os votantes de todo país. Além delas, outros três fatores aumentam o prejuízo do povo frente ao lamentável cenário inserido no Brasil. Razões que afrontam à inteligência, o bom senso e, principalmente, os interesses dos cidadãos desta nação.

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