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É o que explica a "queda rápida" da candidata do
PSB nas pesquisas, avalia o colunista Paulo Moreira Leite, em novo
artigo no 247; "Aprovada com louvor no teste de imagem pessoal, não
conseguiu demonstrar consistência na discussão de ideias ou propostas",
afirma o jornalista; segundo ele, a presidenciável "tornou-se
irreconhecível para seus antigos eleitores"; enquanto isso, a
"arrancada" da presidente Dilma no Ibope, divulgado hoje, confirma
aquilo que era fácil de imaginar: "a campanha presidencial retorna ao
ponto de partida e Dilma se aproxima da posição original de favorita";
leia a íntegra
247 – "O bom candidato é aquele que cresce toda vez
que abre a boca", escreve Paulo Moreira Leite, diretor do 247 em
Brasília, em novo artigo em seu blog. É assim que ele avalia a "queda rápida" da candidata do PSB à Presidência nas pesquisas eleitorais. No Ibope
divulgado nesta sexta-feira 12, por exemplo, a presidente Dilma
Rousseff lidera o primeiro turno com 39% das intenções de voto, contra
31% de Marina. As duas empatam no segundo.
"Capaz de navegar na onda emocional, que deixou o país em estado de
choque, chegou o momento de demonstrar que é uma candidata competitiva.
Seu desempenho, até aqui, tem sido desastroso", observa PML. O
jornalista diz ainda que, "em função de posições políticas abertamente
conservadoras, Marina tornou-se irreconhecível para seus antigos
eleitores".
"Quanto mais aparece como candidata, o que implica em comprar o
debate a partir de uma perspectiva política, perde pontos e
credibilidade", afirma Paulo Moreira Leite, ainda sobre Marina Silva.
Enquanto isso, "a arrancada de Dilma no Ibope confirma aquilo que era
fácil de imaginar. Após o imenso impacto da tragédia que matou Eduardo
Campos, a campanha presidencial retorna ao ponto de partida e Dilma se
aproxima da posição original de favorita".
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