|
Blog do Magno Martins | |||
São elas: Celso Sebastião Cerchiari, que entre 1999 e 2006, foi diretor da Cesp e que hoje permanece na parte que foi privatizada da empresa; Miguel Carlos Kozma, presidente do Metrô de outubro de 2001 a abril de 2003, morto em 2011; Romeu Pinto Júnior, que administrava a consultoria MCA, suspeita de fazer pagamento de propinas a funcionários do governo; e Sabino Indelicato, que, segundo a Polícia Federal, é dono da Aqualux, uma empresa suspeita de intermediar pagamentos de subornos. O JN cita a discreta reportagem da revista Veja, que publicou a cópia da análise das contas de Jorge Fagali Neto, que foi secretario de Transportes Metropolitanos no governo Luiz Antonio Fleury Filho (PMDB) e é irmão de José Jorge Fagali, ex-presidente do Metrô. A PF aponta que, de 2004 a 2007, Jorge Fagali Neto teve aumento de patrimônio incompatível com seus ganhos. No mês passado, a justiça determinou a quebra dos sigilos fiscal e bancário de Jorge Fagali Neto, Romeu Pinto Júnior e Sabino Indelicato e outras oito pessoas para saber se elas mantêm contas bancárias no exterior. Os investigados não quiseram gravar entrevista para o JN, já o governo de São Paulo disse que investiga as denúncias e que, se for comprovada alguma irregularidade, os servidores responderão pelos atos, e o PSDB paulista declarou que confia nas investigações conduzidas pelo governo sobre a possível formação de cartel das empresas privadas e também na punição exemplar de eventuais culpados. (Do portal BR 247) | ||||
20 outubro 2013
SP: JN entra de vez no escândalo Alstom-PSDB
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário