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Com
pouco mais de oito meses de gestão, os prefeitos dos municípios
pernambucanos começaram a sentir no bolso, ou melhor, nos cofres
públicos, que as contas não estão batendo de acordo com o que esperaram,
durante a campanha eleitoral e ao assumirem os seus respectivos cargos.
Nos últimos dias pelo menos três prefeitos pernambucanos já adotaram a
prática de reduzir os próprios salários, procurando equilibrar as contas
do Poder Executivo.
Somente
nas últimas semanas, os gestores de Sertânia, Guga Lins (PSDB) Surubim,
Túlio Vieira (PT) e Sanharó, Fernando Fernandez (PC do B) anunciaram a
decisão. Os cortes vão de 15% a 30% e segundo os prefeitos estão sendo
necessários devido a redução sistemática no Fundo de Participação dos
Municípios (FPM) e para cumprir o que determina a Lei de
Responsabilidade Fiscal. Vários outros gestores de diversos municípios
brasileiros também já adotaram a medida.
Em
Pernambuco quem deu o ponta pé inicial, foi o prefeito Julio Lossio
(PMDB), no Sertão do São Francisco, que ainda em março, enviou Projeto
de Lei (PL) à Câmara de Vereadores, reduzindo o próprio salário, o do
vice-prefeito e dos secretários municipais, que passaram a receber
respectivamente R$ 15 mil, R$ 12 mil e R$ 8 mil. Na época, o Poder
Legislativo havia aproado a Lei Nº 2.926/13 que fixava os subsídios de
R$ 17,5 mil, R$ 14 mil e R$ 11 mil para os secretários.
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26 outubro 2013
Prefeitos cortam do próprio salário para conter gastos
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