"Sou
partidário da política dos poucos mas bons...Prefiro ficar com gente
mais coerente e consistente do que computar números maiores com gente
que não é muito do PT", afirmou
Falcão
afirmou també que o risco de impeachment da presidente Dilma Rousseff
sofreu uma "retração". Durante o seminário realizado pelo PT na capital
de São Paulo, Falcão minimizou as chances de uma aliança entre PMDB e
PSDB pelo afastamento da presidente. Essa avaliação nasce também graças
ao apoio do empresariado à manutenção do governo.
"Falta
unidade interna no PMDB, falta unidade interna no PSDB e não há unidade
entre ambos também. Não que o PMDB não tenha interesse nisso, mas, sem
um bloco de forças coerente com a ideia do afastamento da Dilma, isso
não ocorrerá. Aparentemente há uma tática de mantê-la sob fogo cerrado
para enfraquecê-la", disse Falcão, ao descrever sua exposição na
abertura do seminário.
O
secretário de Organização do PT, Florisvaldo Souza também disse que
essa é uma avaliação no partido. Falcão disse ainda duvidar que o
vice-presidente Michel Temer queira ocupar a cadeira de Dilma. (Da Folha
de S.Paulo)
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