O chefe da quadrilha dos que fazem o PT arruinou a Petrobras, mantinha amante na representação da Presidência em São Paulo (hoje respondendo a processos judiciais altamente sigilosos), viajou com essa amante por mais de uma centena de países, delegando-lhe poderes para a prática de ações vinculadas a roubo e gatunagem do dinheiro público, mas ainda se acha apto a exigir e fazer cobranças.
No mensalão, os principais aliados de sua ex-excelência foram condenados e presos (depois, numa TV portuguesa, ele negou que algum fosse seu amigo) e, agora, na Petrobras, as nove digitais das duas mãos de Lula da Silva se encontram estampadas bem visíveis.
Mas ele sabe que se forem observadas outras estatais, os rombos serão até maiores, especialmente se o BNDES entrar na fila de auditagem do financiamento de obras em países africanos e sul-americanos, passando pelo Porto Mariel, em Cuba. A íntegra deste artigo, do jornalista Márcio Accioly, que colabora neste espaço, você confere no menu Opinião.
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