09 dezembro 2014

Preso 4º suspeito da morte do promotor de Itaíba

Do blog do Magno Martins

Promotor trabalha no comarca de Itaíba, no Agreste (Foto: Facebook/Arquivo Pessoal)
Promotor trabalhava na comarca de Itaíba
Do Portal G1 Pernambuco
A Polícia Federal prendeu mais um suspeito de participar do assassinato do promotor Thiago Faria Soares. O crime ocorreu no em outubro de 2013. Este é o quarto preso por causa do crime. Segundo a corporação, o homem começou a ser investigado após utilizar documentos falsos com o nome do oficial de justiça assassinado em uma emboscada na PE-300, entre as cidades de Itaíba e Águas Belas, no Agreste de Pernambuco.
Como as investigações ocorrem em segredo de justiça, a PF não revelou maiores detalhes sobre o envolvimento do suspeito com o assassinato. O que se sabe é que ele teria utilizado uma identidade falsa com o nome de Thiago para assaltar uma agência dos Correios do Rio Grande do Norte, onde foi preso. O suspeito de 29 anos foi encontrado na noite de sábado (6) no bar da mãe dele no município de Parnamirim, no interior do RN.
Com ele, os agentes federais apreenderam um revólver calibre 38, uma carteira de identidade falsa e três celulares. Depois de prestar depoimento na superintendência da PF no Rio Grande do Norte, foi transferido para a sede da corporação no Recife, que comanda as investigações do crime. Ainda no domingo (7), foi transferido para o Centro de Triagem de Abreu e Lima (Cotel), em Abreu e Lima, Região Metropolitana do Recife.
Entenda o caso
O crime aconteceu no dia 14 de outubro de 2013, na PE-300. O promotor foi morto quando seguia de Águas Belas para Itaíba, cidade onde trabalhava. Para a Polícia Civil, que iniciou a investigação, foi o fazendeiro José Maria Barbosa quem contratou o cunhado, Edmacy Ubirajara, para matar Thiago Faria.
A motivação envolveria uma disputa pelas terras da Fazenda Nova. José Maria perdeu a posse para a noiva do promotor, em um leilão da Justiça Federal, e teve que deixar o imóvel. Em entrevista exclusiva à TV Globo, na época do crime, o fazendeiro negou ter cometido o homicídio. Edmacy Ubirajara chegou a ser preso – passou dois meses no Cotel. O advogado de defesa conseguiu que o acusado saísse da prisão para responder pelo homicídio em liberdade.

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