O ministro Teori Zavascki
não é obrigado a aceitar os termos da delação premiada negociada com
Paulo Roberto, pelo juiz federal Sérgio Moro. Mas alguns advogados que
acompanham o caso reconhecem que todo o processo foi muito bem conduzido
pelo juiz Moro. Até mesmo o procurador geral da República, Rodrigo
Janot, enviou ao Paraná um subprocurador para acompanhar o caso.
As primeiras informações
indicam que Paulo Roberto denunciou o envolvimento de dezenas de
deputados e senadores no esquema de desvio de recursos da Petrobras. No
depoimento, ele revela que parte do corpo técnico da estatal “está na
folha de pagamento de empresas fornecedoras da Petrobras”.
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