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A maioria dos presos dessa orgnização fazem parte da mesma família A polícia civil deflagrou este ano a 11ª operação de repressão qualificada, intitulada “Operação Metralhas” apresentada na manhã desta terça-feira (28), na sede operacional, na rua da Aurora. O objetivo desta operação era prender a organização criminosa suspeita de envolvimentos em crimes de extorsão mediante sequestro, tentativa de homicídio, tráfico, associação para o tráfico de drogas, tortura e roubo.
A operação, coordenada pelo Grupo de
Operações Especiais (Goe), teve início a parti de um crime ocorrido em
16 de fevereiro deste ano. Durval Euzébio dos Santos, 72 anos, foi
vítima de extorsão mediante sequestro, ocorrido no município de Quipapá,
Zona da Mata Sul do Estado. Todos os integrantes foram identificados
pela polícia. Quem planejou o crime é sobrinho da vítima, outros
integrantes da família também participaram da ação criminosa. Durval foi
liberado no dia seguinte na capital alagoense.
Seis mandados de prisão foram cumpridos
nesta operação. Segundo o delegado Cláudio Castro, Miguel Matias da
silva permanece foragido e outra pessoa ainda sem nome divulgado será
indiciado neste inquérito. Miguel é um dos sobrinhos da vítima
envolvidos no crime. As armas e os coletes usados nesta ação foram
trazidos de São Paulo para Pernambuco através de Cleicielma Souza
Araújo. Ela tinha um relacionamento amoroso com José Inácio do
Nascimento Cunha, que era casado com Ewerlane Gomes da Silva e presos na
operação. No local do crime foi encontrada uma aliança de Inácio,
dentro com o nome da de Ewerlane.
Outro mandado cumprido foi em desfavor de João Matias da Silva, que articulou o crime mesmo estando dentro do presídio de Limoeiro, desde 20
João permanece preso no presídio, em Limoeiro.
Os outros integrantes da organização criminosa estão presos em São
Paulo e aguardam decisão judicial para serem transferidos e cumprirem às
penas em Pernambuco.Participaram desta operação 11 policiais civis do
estado de Pernambuco e 11 policiais civis do estado de São Paulo04.
A polícia tem informações que João Matias articulava crimes de
homicídios, articulando por telefone crimes através de um “disque
João”. Este disque João funcionaria para que outros criminosos
encomendassem mortes e João articulava por telefone a execução.
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29 abril 2015
Operação Metralhas prende organização criminosa suspeita pela prática de crimes em PE, AL, MG e SP
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