29 abril 2015

Operação Metralhas prende organização criminosa suspeita pela prática de crimes em PE, AL, MG e SP



A maioria dos presos dessa orgnização fazem parte da mesma família
A polícia civil deflagrou este ano a 11ª operação de repressão qualificada, intitulada “Operação Metralhas” apresentada na manhã desta terça-feira (28), na sede operacional, na rua da Aurora. O objetivo desta operação era prender a organização criminosa suspeita de envolvimentos em crimes de extorsão mediante sequestro, tentativa de homicídio, tráfico, associação para o tráfico de drogas, tortura e roubo.
A operação, coordenada pelo Grupo de Operações Especiais (Goe), teve início a parti de um crime ocorrido em 16 de fevereiro deste ano. Durval Euzébio dos Santos, 72 anos, foi vítima de extorsão mediante sequestro, ocorrido no município de Quipapá, Zona da Mata Sul do Estado. Todos os integrantes foram identificados pela polícia. Quem planejou o crime é sobrinho da vítima, outros integrantes da família também participaram da ação criminosa. Durval foi liberado no dia seguinte na capital alagoense.
Seis mandados de prisão foram cumpridos nesta operação. Segundo o delegado Cláudio Castro, Miguel Matias da silva permanece foragido e outra pessoa ainda sem nome divulgado será indiciado neste inquérito. Miguel é um dos sobrinhos da vítima envolvidos no crime. As armas e os coletes usados nesta ação foram trazidos de São Paulo para Pernambuco através de Cleicielma Souza Araújo. Ela tinha um relacionamento amoroso com José Inácio do Nascimento Cunha, que era casado com Ewerlane Gomes da Silva e presos na operação.  No local do crime foi encontrada uma aliança de Inácio, dentro com o nome da  de Ewerlane.
Outro mandado cumprido foi em desfavor de João Matias da Silva, que articulou o crime mesmo estando dentro do presídio de Limoeiro, desde  20
João permanece preso no presídio, em Limoeiro. Os outros integrantes da organização criminosa estão presos em São Paulo e aguardam decisão judicial para serem transferidos e cumprirem às penas em Pernambuco.Participaram desta operação 11 policiais civis  do estado de Pernambuco e 11 policiais civis do estado de São Paulo04. A polícia tem informações que João Matias articulava crimes de homicídios, articulando por telefone crimes através de um “disque João”.  Este disque João funcionaria para que outros criminosos encomendassem  mortes e João  articulava por telefone a execução.

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