Com a MP, o governo garante que a política seja preservada e ganha prazo para eventualmente discutir durante a tramitação da proposta algum ganho para aposentados e pensionistas. A movimentação de Cunha irritou líderes oposicionistas, que vinham destacando a "autonomia" conferida por Cunha à pauta da Câmara.
Cunha negou que estivesse cedendo a pressão do governo. "Não me dobrei a ninguém. Não havia na Casa a intenção de colocar mudança de indexador da previdência. Havia de manter a política do salário mínimo", afirmou. A presidente da Câmara afirmou ainda que a ideia era "proteger o trabalhador" e garantir que a política do salário mínimo estivesse em vigor no dia 1º de maio.
Pressionada por sua base aliada, a presidente Dilma Rousseff decidiu assinar na tarde desta terça a medida provisória que manterá a política de valorização do salário mínimo.
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