Ministro defende simplificação de impostos para destravar investimentos e exportações e redução de custo para indústria
Portal IG
Em
entrevista coletiva após ser confirmado como novo titular do Ministério
do Desenvolvimento, Indústria e Comercio Exterior (MDIC), Armando
Monteiro disse que o objetivo central do governo será promover a
competitividade das empresas brasileiras no cenário internacional.
Agência Brasil
Armando Monteiro discursa após ser anunciado ministro do Desenvolvimento, nesta segunda-feira
De acordo com Monteiro, para isso, o governo terá
de adotar medidas que reduzam o “custo sistêmico e elevem a
produtividade” das empresas nacionais. "Nosso país ainda apresenta
elevados custos, com sistema tributário complexo, que onera
investimentos e exportações", disse o ministro.
“O
desafio central é promover a competitividade. O que significa reduzir
custos sistêmicos e elevar a produtividade. A agenda da competitividade
envolve várias áreas dentro do governo e demanda intensa articulação e
coordenação. É papel primordial do Ministério do Desenvolvimento
realizar essa tarefa. E colocar o tema da competitividade no centro da
agenda política do País", acrescentou.
Monteiro,
que já presidiu a Confederação Nacional da Indústria (CNI), ponderou
que mesmo com as “turbulências”, a atividade industrial no Brasil foi
capaz de manter baixa a taxa de desemprego.
Agência Brasil
Senador Armando Monteiro já presidiu a Confederação Nacional das Indústrias
O novo ministro também se mostrou disposto a atuar
“em consonância” com a nova equipe econômica, anunciada na semana
passada, e que indicou uma política para reequilibrar as contas do
governo e de incentivar o investimento privado.
"O
reequilíbrio macroeconômico é condição fundamental para fortalecimento
da confiança e da retomada de um crescimento mais vigoroso", disse o
novo ministro.
Monteiro também se mostrou disposto a fortalecer
acordos comerciais no âmbito do Mercosul, com a União Europeia e outros
países sul-americanos. "Precisamos envidar esforços para concluir o
acordo, que está avançado. Podemos promover um acordo com os países da
América do Sul que integram a aliança do pacífico, como o Chile e
Colômbia. Isso oferece perspectivas ao País."
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