Do NE10
A Delegacia de Crimes Contra a
Ordem Tributária (Deccot) apresentou nesta segunda-feira (27) o
resultado da Operação Dublê, em parceria com a Secretária da Fazenda
(Sefaz), que prendeu, no último sábado (25), uma quadrilha que se
passava por fiscais fazendários para aplicar golpes a pequenos
comerciantes da Região Metropolitana do Recife (RMR).
O grupo era formado por Geraldo Tadeu Gouveia Maroja, de 53 anos; Williams Rodrigues da Silva, 43, e Abelardo da Rocha Braga, 42. Williams e Abelardo tinham o papel de visitar os estabelecimentos, apresentando uma ordem de serviço. Eles fiscalizavam o local, dizendo aos comerciantes que as irregularidades encontradas gerariam um multa altíssima e apresentavam, como solução para a multa, o pagamento de propina em torno de 2 a 3 mil reais.
Depois da primeira abordagem a dupla passava o telefone de Geraldo, apontado como líder da quadrilha, para que os comerciantes negociassem o preço e local para pagamento. Geraldo se apresentava as vítimas como auditor da Secretaria da Fazenda.
De acordo com o delegado que investiga o caso, Francisco Rodrigues, a polícia não chegou até o grupo através de denúncia direta. Eles foram acionados pela própria Sefaz que vinha recebendo diversas ligações através da ouvidoria a respeito de abordagens suspeitas dos criminosos.
O Deccot ainda está averígua se as identidades e os nomes apresentados pelos acusados são verdadeiros, pois o grupo afirmou não ter CPF. Nenhum membro tinha passagem pela polícia. O delegado ainda comentou que os envolvidos não acreditavam fazer algo ilícito, para eles os comerciantes estavam errados de alguma forma.
Foram apreendidos com o grupo um crachá e camisas com identificação do Sefaz; uma carteira da OAB falsificada, carimbos profissionais e blocos com ordens de serviços, contracheques e até atestados médicos. Os acusados foram encaminhados para o Cotel. A polícia ainda investiga o prejuízo financeiro causado pela quadrilha e se foram aplicados mais golpes. O inquérito demorará mais dez dias para ser concluído.
O grupo era formado por Geraldo Tadeu Gouveia Maroja, de 53 anos; Williams Rodrigues da Silva, 43, e Abelardo da Rocha Braga, 42. Williams e Abelardo tinham o papel de visitar os estabelecimentos, apresentando uma ordem de serviço. Eles fiscalizavam o local, dizendo aos comerciantes que as irregularidades encontradas gerariam um multa altíssima e apresentavam, como solução para a multa, o pagamento de propina em torno de 2 a 3 mil reais.
Depois da primeira abordagem a dupla passava o telefone de Geraldo, apontado como líder da quadrilha, para que os comerciantes negociassem o preço e local para pagamento. Geraldo se apresentava as vítimas como auditor da Secretaria da Fazenda.
De acordo com o delegado que investiga o caso, Francisco Rodrigues, a polícia não chegou até o grupo através de denúncia direta. Eles foram acionados pela própria Sefaz que vinha recebendo diversas ligações através da ouvidoria a respeito de abordagens suspeitas dos criminosos.
O Deccot ainda está averígua se as identidades e os nomes apresentados pelos acusados são verdadeiros, pois o grupo afirmou não ter CPF. Nenhum membro tinha passagem pela polícia. O delegado ainda comentou que os envolvidos não acreditavam fazer algo ilícito, para eles os comerciantes estavam errados de alguma forma.
Foram apreendidos com o grupo um crachá e camisas com identificação do Sefaz; uma carteira da OAB falsificada, carimbos profissionais e blocos com ordens de serviços, contracheques e até atestados médicos. Os acusados foram encaminhados para o Cotel. A polícia ainda investiga o prejuízo financeiro causado pela quadrilha e se foram aplicados mais golpes. O inquérito demorará mais dez dias para ser concluído.
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