09 dezembro 2013

Armando Monteiro vai costruindo sua candidatura ao governo do Estado

IG  Pernambuco

O senador Armando Monteiro (PTB) revelou que vai redefinir a agenda de prioridades do estado e mostrará para o eleitor suas credenciais

por Giselly Santos | 
Foto: Alexandre Albuquerque/Assessoria de ImprensaO senador pleiteiará a sucessão de Eduardo Campos (PSB) em 2014O senador pleiteiará a sucessão de Eduardo Campos (PSB) em 2014
Criar uma nova agenda e redefinir as prioridades da administração de Pernambuco serão os principais pontos, segundo o senador e pré-candidato ao governo de Pernambuco, Armando Monteiro (PTB), para a campanha dele nas eleições em 2014. Segundo o petebista, o projeto implantado por Eduardo Campos (PSB) no estado não pode ser "desqualificado", mas necessita de uma nova visão e de alguém "credenciado" para assumir o comando, tendo em vista a manutenção dos investimentos e os "desafios" que Pernambuco está enfrentando.  
"Não posso desconsiderar o projeto (Governo de Pernambuco) que eu estive associado a ele, colaborei com o que foi implantado aqui. Não posso desqualificar o projeto, mas posso apontar insuficiências e a partir de uma nova agenda redefinir prioridades. O debate (em 2014) vai ser feito para isso", destacou durante uma conversa com jornalistas nesta segunda-feira (9). Afirmando ainda, em alto e bom som, que tem potencial para reorganizar Pernambuco. "Posso mostrar que, para essa nova agenda, eu tenho credenciais para poder assumi-la. No fundo o debate será esse qual será a nova agenda, o que muda, quais são as novas prioridades e como eu posso passar para o eleitor que tenho credenciais para assumir", revelou.

Corrida presidencial 
De acordo com Monteiro, após os oito anos de governo de Eduardo, o pernambucano ficou mais exigente e ambicioso. "O pernambucano reconhece os avanços que nós tivemos, mas exatamente por conta dos avanços ele passou a ter mais ambição pelo futuro. O fato da gente ter caminhado mais nos dá, agora, a dimensão de que nós não abriremos mão de avançar mais ainda no futuro. E aí a questão é de quem, aos olhos do pernambucano, pode oferecer as perspectivas desses avanços que de alguma maneira seja um padrão de desenvolvimento mais inclusivo e equilibrado", refletiu.
Um dos defensores da reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), Armando rebateu as declarações de que o ciclo da petista teria acabado. Para o petebista o ciclo de um gesto se esgota quando não existem mais as possibilidades de reeleição. "Nós estamos construindo o pós Eduardo, a diferença é que ele já foi reeleito aqui, então o ciclo já se completou. E com relação à Dilma ela está no meio, em tese, e pelo menos ela pode se recandidatar. Quando se fala em um ciclo que se esgotou é quando não se tem mais possibilidade de reeleição", disparou. Apesar da afirmação, o senador fez questão de frisar a "legitimidade" da postulação de Eduardo à presidência da República.

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